terça-feira, 11 de maio de 2010

meu passado me condena.

sinceramente, eu queria entender qual é a desses (pré) adolescentes que resolvem que vão se deprimir. que resolvem que a vida é ruim. que não levantam um mm da bunda da cadeira pra mudar o que acham sobre si mesmos e continuam se queixando. mas se queixam tanto que é raro encontrar alguém que os acompanhe.
dizem-se apaixonados por todos e, mesmo dizendo querer alguém, torcem, na verdade, para que tudo dê errado e eles possam curtir a dor da derrota.
vamos analisar a vida de tais pessoas. estudantes, muitas vezes, de escolas particulares. ganhadores de todos os produtos eletrônicos e roupas que apontam nas vitrines dos shoppings. cheio de tempo livre. jovens. sem ter lá muitas obrigações. o que mais se espera de alguém com 12 anos? coloquem-se nos seus lugares, crianças. a vida tem muito para lhes mostrar ainda. e, sim... coisas que, realmente e naturalmente, irão lhes dar motivos para se deprimirem. que tal esperar o momento certo? e, enquanto esse momento não chega, curtam seu videogamezinho de merda.

sem mais.



domingo, 9 de maio de 2010

mind the heart!

as they always say, I shouldn't have made it bigger than it really was.
calm down. take a look at the situation. is it worth caring about it? would it make a big difference in your life? shouldn't you forget all you've been growing on your mind? stop it now. stop it before it's too late.
the most difficult thing to do when you're feeling this way is to be careful.
watch your heart!

quarta-feira, 14 de abril de 2010

you're everything I thought you never were
and nothing like I thought you could have been
but still, you live inside of me, so tell me how is that?
you're the only one I wish I could forget
the only one I love to not forgive
and though you break my heart, you're the only one
and though there are times when I hate you
‘cause I can't erase
the times that you hurt me and put tears on my face
and even now, while I hate you, it pains me to say
I know I'll be there at the end of the day

I don't wanna be without you, babe
I don't want a broken heart
don't wanna take a breath without you, babe
I don't wanna play that part
I know that I love you, but let me just say
I don't wanna love you in no kind of way, no no
I don't want a broken heart
I don't wanna play the broken-hearted girl
no, no, no broken-hearted girl

there's something that I feel I need to say
but up til' now I've always been afraid that you would never come around
and still I wanna put this out

you say you've got the most respect for me
but, sometimes I feel you're not deserving of me
and still, you're in my heart
but you're the only one
and yes, there are times when I hate you, but I don't complain
‘cause I've been afraid that you would walk away
oh, but now I don't hate you
I'm happy to say
that I will be there at the end of the day

I don't wanna be without you, babe
I don't want a broken heart
don't wanna take a breath without you, babe
I don't wanna play that part
I know that I love you, but let me just say
I don't wanna love you in no kind of way, no no
I don't want a broken heart
I don't wanna play the broken-hearted girl
no, no, no broken-hearted girl

now I'm at a place I thought I'd never be, ooh
I'm living in a world that's all about you and me, yeah
ain't gotta be afraid, my broken heart is free to spread my wings and fly away, away with you....

I don't wanna be without my baby
I don't want a broken heart
don't wanna take a breath without my baby
I don't wanna play that part
I know that I love you, but let me just say
I don't wanna love you in no kind of way, no no
I don't want a broken heart
I don't wanna play the broken-hearted girl
no, no, no broken-hearted girl
broken-hearted girl
no, no, no broken-hearted girl

sexta-feira, 2 de abril de 2010

mais um? é...de muitos.

quando algum idoso, alguém mais velho, a pessoa mais velha da nossa família, que nem precisa ser tão velho assim, falece, o argumento utilizado é o seguinte: era a hora dele. ele já estava cansado da vida. ele precisava ir. ele foi descansar.
mas e quando tratamos de uma criança? será que esses argumentos fazem nexo? era a hora dela. aos sete anos? já estava cansada da vida. aos sete anos? ela foi descansar. aos sete anos?
não estou aqui pra discutir os princípios de Deus. estou aqui para colocar pra fora a indignação que meu corpo tem sentido desde ontem à noite.

sábado, 30 de janeiro de 2010

inconstância.

eu posso, depois de 18 anos, seis meses e 25 dias, dizer que sou uma pessoa inconstante. inconstante no humor. inconstante em tudo que seja relacionado a mim mesma.
qual é a chance de eu acordar feliz e permanecer nesse estado até à noite? nula.
não é frescura. isso funciona com tristeza também.
não há doença, morte, coração quebrado que consiga me manter triste por um dia inteiro.
sou uma pessoa intensa, sim, só que os sentimentos nunca duram aqui.
agora estou me gostando. daqui a pouco resolvo que quero mudar o cabelo, trocar de roupa, me maquiar, mesmo que eu não tenha motivo algum para isso.
tem dias que, só de pensar em ficar em casa, eu fico enjoada. quero sair, gritar, pular... mudar completamente de rotina. e em outros, eu resolvo que quero ficar enfiada no meu quarto, mesmo que eu tenha a certeza de que não farei nada e que o mais divertido dos meus passatempos será brincar tentar pegar no sono e não conseguir jamais.

é por isso que eu super acredito e confio na palavra relatividade.
tudo nessa vida é relativo.
pense nos homossexuais. pense nos ativos. pense nos passivos.
qual a graça ser sempre igual? ter as mesmas ações? as mesmas idéias? as mesmas vontades? curioso mesmo é ter contato com a tal relatividade.
agir de acordo com o que a situação exige. com o que ela quer extrair de você.
o melhor verbo inventado para isso 'depender'. ué...depende do quê? do dia. da hora. do momento. do meu humor.

todos nós temos dentro de nós mesmos um pouco de humor lunar. só temos que aprender que não podemos pedir que os outros o entendam.

#fato

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

insatisfação

uma das coisas que sempre me irritou no ser humano é a constante insatisfação que ele tem. e essa irritação mora em mim por um simples motivo: eu também sou um ser humano.
pode estar tudo certo, tudo lindo... eu posso ter uma família perfeita, um ótimo emprego, poucos e bons amigos em quem confiar, estabilidade financeira, uma casa, um carro... sempre tem aquela coisinha que falta. aquele pequeno detalhe que incomoda, que parece que interfere em todo o resto.
o mais curioso disso tudo é que, analisando todos esses fatos, as coisas parecem fáceis. é só dizer 'vou consertar isso', 'vou ser uma pessoa mais conformada daqui pra frente', 'não vou chorar de barriga cheia', mas não é bem assim.
tente, pelo menos uma vez, não pensar nas coisas pequenas. faça esse teste. é praticamente impossível. sempre haverá aquela pedrinha no seu sapato. aquela pulga atrás da orelha.
até mesmo as pessoas menos afortunadas, que sonham em ter uma vida melhor e vivem dizendo que 'se tivessem tal coisa, não desperdiçariam', 'se pudessem fazer tal coisa, não reclamariam tanto quanto quem tem', se realmente tivessem a oportunidade de ter tudo o que querem e tudo de que necessitam, reclamariam, chorariam de barriga cheia e não saberiam como aproveitar corretamente o que possuem.
é a lei da vida. não há solução. o ser humano é um eterno insatisfeito... essa é a realidade.

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

outro pra 2010.

com certeza a maioria das pessoas acha que esse negócio de começar uma vida nova só porque o ano virou é uma grande besteira, mas quem nunca fez uma promessinha de véspera de ano novo? e outra... e se alguém acredita realmente nisso?
um ‘serial killer’ decide parar de matar em 2010. qual é a credibilidade que ele tem com a sociedade? nenhuma. mas e com ele mesmo? se ele realmente acredita nisso e sente que pode e que vai conseguir, quem pode dizer a ele que ele é incapaz?
acho que isso é o que realmente importa: acreditar que, com a entrada de um novo ano, as coisas podem mudar para a melhor.
e a alma de tudo não está na virada do ano e, sim, na força de vontade do ser humano. esse negócio de que é no começo do ano que se transforma a vida só foi imposto porque precisamos de um momento certo para começar a agir, e por que não usar o último dia de um ano para fazer promessas, e o primeiro de outro para começar a colocar em prática? soa tão apropriado, mesmo que, em quase todos os casos, a vida continue exatamente a mesma.

eles também.

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nada de muito interessante. só alguém que não vive sem música e sem amor.